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Na década de 80, os primeiros caixas automáticos
(ATMs) utilizaram a senha e o cartão magnético. Isso
representou um grande avanço na segurança já
que, além do conhecimento (senha), necessitava-se de objeto
(cartão) para efetivar uma transação.
Passados mais de 20 anos, o número de fraudes
que ocorrem diariamente com cartões “clonados”
e saques indevidos, principalmente devido à facilidade técnica
em duplicar os cartões magnéticos, acarretam em milhões
de dólares de prejuízo para os bancos e transtornos
para os clientes envolvidos.
A forma de impedir este tipo de fraude é a
tecnologia biométrica que utiliza-se de uma característica
pessoal única para reconhecer o usuário, e não
um cartão magnético e uma senha.
As soluções da ID TECH estão
disponíveis para aplicação imediata nos caixas
eletrônicos em uso atualmente e o investimento necessário
para isso é uma fração do valor do prejuízo
causado pelo roubo de identidade no Brasil.
O uso de tecnologias biométricas em ATMs já
foi testado e aprovado em projetos no exterior. Os índices
de aprovação, tanto pelos bancos como pelos clientes,
foram notáveis. As necessidades de segurança ainda
mais exigentes no Brasil fazem dessa tecnologia a solução
mais adequada para prover melhor serviço aos clientes de
instituições financeiras.
A experiência da equipe da ID TECH com caixas
ATMs inclui projetos como: Banco 24 Horas (TecBan),
Banco 30 Horas (Unibanco), Projeto BioSaque
(Unibanco) e consultoria em nacionalização da tecnologia
Fujitsu para o Brasil.
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